A China lança um apelo firme aos Estados Unidos, pedindo a libertação imediata do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores. Em uma nota pública, o governo chinês enfatiza a necessidade de garantir a segurança pessoal do casal e põe um termo na tentativa de derrubar o governo da Venezuela.
Para as autoridades chinesas, a ação dos Estados Unidos é uma clara violação do direito internacional, das normas básicas das relações internacionais e dos propósitos e princípios da Carta da ONU. O país ressalta que as questões devem ser resolvidas por meio de diálogo e negociação, em busca de uma solução pacífica.
No mesmo dia, o Papa Leão XIV também se pronunciou sobre a situação na Venezuela, expressando sua profunda preocupação com os desdobramentos. Ele clamou pela superação da violência e pela trilha de caminhos de justiça e paz, garantindo a soberania do país sul-americano. O Papa Leão XIV reiterou seu apelo pelo respeito aos direitos humanos e civis, especialmente para com os mais pobres, que sofrem agravadamente devido à difícil situação econômica enfrentada pela Venezuela.
A União Africana também externou sua preocupação com os ataques militares contra instituições venezuelanas e com a situação de Nicolás Maduro. Os países africanos reafirmaram seu compromisso com o direito internacional e o respeito à soberania dos Estados, apelando para que as partes envolvidas exerçam a moderação necessária para evitar uma escalada do conflito. Para a União Africana, os desafios internos enfrentados pela Venezuela apenas podem ser superados por meio de um diálogo político inclusivo entre os próprios venezuelanos, garantindo um futuro sustentável para o país.
