O julgamento mais assistido do Brasil
O Supremo Tribunal Federal (STF) viveu uma sessão histórica, com mais de sete horas de duração, focada na possível abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. O debate, conduzido pelo presidente da Corte, Edson Fachin, foi marcado por pedidos de impedimento, trocas de farpas entre os ministros e, por fim, a suspensão do julgamento após um pedido de vista do ministro Flávio Dino.
O placar parcial aponta 4×3 contra o prosseguimento da unificação dos processos, mantendo, por ora, o julgamento de Mendonça separado para o dia 23 de setembro. O caso segue como o centro das atenções no cenário jurídico nacional.
China endurece regras para o setor de tecnologia
Pequim implementou novas restrições rigorosas à saída de profissionais ligados a setores estratégicos de tecnologia, como a Inteligência Artificial. A medida visa blindar a segurança nacional em meio à crescente disputa tecnológica com os Estados Unidos.
Autoridades chinesas agora possuem poder para impedir viagens internacionais de cidadãos considerados ameaças à segurança tecnológica. A regra também estabelece penas severas para estrangeiros que prestarem informações falsas em pedidos de visto, refletindo um movimento de isolamento e controle que tem impactado até o turismo na região.
Cristiano Ronaldo avança nos negócios
O atacante Cristiano Ronaldo está próximo de se tornar um dos proprietários do Al-Nassr, clube onde atua atualmente. O jogador, que já possui 5% de participação, integraria um consórcio para a compra total da equipe. A iniciativa segue a tendência de atletas de elite investindo no controle de clubes de futebol, como já ocorre com nomes como Kylian Mbappé e, anteriormente, Ronaldo Fenômeno.
Geopolítica e o mercado de ouro
Países europeus, como a Holanda e a França, têm movimentado suas reservas de ouro para fora dos Estados Unidos. O receio de sanções e tensões geopolíticas futuras tem levado bancos centrais a preferirem a custódia do metal em centros como Londres. O movimento é interpretado como um sinal de desconfiança em relação às políticas econômicas americanas e à estabilidade da relação com a União Europeia.

