Polícia Civil e Receita Apreendem 450 Mil Cigarros

Ação conjunta da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes e da Receita Federal resulta na apreensão de carga milionária de cigarros em residência.

Polícia Civil e Receita Federal Apreendem 450 Mil Cigarros em Residência

Uma operação conjunta entre a Polícia Civil e a Receita Federal resultou na apreensão de 450 mil cigarros armazenados clandestinamente em uma residência. A ação policial ocorreu nesta terça-feira (20), no interior do estado de São Paulo, após diligências conduzidas pela Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (DISE) de Presidente Prudente.

Como Ocorreu a Operação Policial e a Descoberta da Carga

A equipe de segurança pública chegou ao endereço após receber uma denúncia anônima de que o imóvel estaria sendo utilizado para a guarda de entorpecentes ilícitos. Munidos de autorização para o ingresso domiciliar, os agentes realizaram buscas minuciosas nas dependências da casa e localizaram a expressiva carga ilícita concentrada na área dos fundos.

No total, foram contabilizados 2.250 pacotes de cigarros de diversas marcas comercializadas de forma irregular. Cada pacote continha 10 maços, resultando em um montante de 22.500 maços e totalizando 450 mil unidades do produto contrabandeado.

Destino da Mercadoria e Investigação dos Suspeitos

Diante da constatação de que se tratava de carga de tabaco sem procedência legal e em situação de contrabando, os policiais civis acionaram imediatamente os representantes da Receita Federal. O órgão fiscalizador compareceu ao local para realizar a conferência fiscal, o lacre e o recolhimento integral da mercadoria apreendida.

Durante as diligências no imóvel, um homem de 19 anos e uma mulher de 41 anos foram identificados, ouvidos pelas autoridades e passam a responder formalmente à investigação criminal. As apurações preliminares indicam que os dois suspeitos haviam alugado a residência especificamente com a finalidade de utilizar o espaço como depósito clandestino para o armazenamento da carga ilegal. O caso segue sob investigação para identificar outros possíveis envolvidos na rede de distribuição.

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