Rio de Janeiro enfrenta ondas perigosas após Réveillon

Nesta primeira noite de 2026, a cidade do Rio de Janeiro está fervilhando de vida. A praia de Copacabana está lotada de cariocas e turistas que não quiseram deixar a comemoração do Réveillon, considerado o maior do mundo. O show de efeitos especiais deixou todos emocionados e a energia ainda não cessou. Mas, enquanto a noite é marcada por diversão e alegria, a realidade é outra. O mar, mesmo com o fim do aviso de ressaca, permanece agitado e perigoso.

O Corpo de Bombeiros está em alerta máximo, reforçando as equipes na orla e espalhando bandeiras vermelhas em todas as praias para alertar os banhistas sobre os riscos de enfrentar as ondas. No período de quarta-feira à noite até a madrugada de quinta-feira, foram realizados 547 resgates nas praias do Leme a São Conrado, sendo 248 em Copacabana. Um homem precisou de atendimento médico em estado grave e foi levado para o Hospital Municipal Miguel Couto.

A busca por um adolescente de 14 anos que desapareceu na altura do posto 2, em Copacabana, ainda não teve resultados. As ações de varredura estão sendo realizadas com motos aquáticas, equipes de mergulho, embarcações infláveis, drones e uma aeronave. O Corpo de Bombeiros está trabalhando incansavelmente para encontrar o jovem desaparecido.

A Marinha havia emitido um aviso de ressaca para toda a orla da cidade até as 6h desta quinta-feira, e apesar do fim do alerta, a atenção dos frequentadores das praias é necessária. De acordo com o Corpo de Bombeiros, é fundamental seguir as orientações dos guarda-vidas e não entrar no mar se a bandeira fincada na areia estiver vermelha. A segurança é a prioridade, e todos devem estar atentos às condições do mar.

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