A crítica de Tabata Amaral, deputada federal do PSB-SP, ao projeto de lei que autoriza o pagamento de verbas indenizatórias aos servidores da Câmara e do Senado é firme e clara. Em entrevista à CNN Brasil, sexta-feira passada, ela pressionou o presidente Lula a vetar a mudança, afirmando que seria uma omissão do Executivo não fazê-lo.
“A situação é preocupante quando o Congresso aprova projetos que prejudicam a população. É omissão do Executivo não vetar um projeto desses”, disse Tabata, reiterando seu pedido ao presidente Lula para vetar a medida. A deputada defendeu que os críticos à proposta aproveitem a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que suspendeu o pagamento dos “penduricalhos” em todos os três poderes, para pressionar o Congresso a rever seu posicionamento.
Tabata também defendeu que os críticos da proposta aproveitem a decisão do ministro Flávio Dino para pressionar o Congresso a rever seu posicionamento. Além disso, ela defendeu que os críticos da proposta aproveitem a decisão do ministro Flávio Dino para pressionar o Congresso a rever seu posicionamento.
A deputada também defendeu que os críticos da proposta aproveitem a decisão do ministro Flávio Dino para pressionar o Congresso a rever seu posicionamento. Além disso, ela citou estimativas de seu gabinete sobre o impacto do “penduricalho” recém-aprovado no orçamento público: de acordo com os cálculos, os servidores poderiam receber até R$ 77 mil por mês, gerando um custo de aproximadamente R$ 10 bilhões por ano aos cofres públicos.
Tabata também acenou aos presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta, ao pontuar que as posições dos dois muitas vezes apenas refletem o que pensa a maioria do Parlamento. Além disso, ela defendeu que os críticos da proposta aproveitem a decisão do ministro Flávio Dino para pressionar o Congresso a rever seu posicionamento.
A deputada ainda citou um projeto de Lei e uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estaria articulando para lidar com o problema. Uma das medidas propostas seria vedar o pagamento das verbas indenizatórias. Na prática, o Estado paga em dinheiro benefícios que o servidor público abre mão, como folgas e auxílios.
Em resumo, Tabata Amaral é firme na sua crítica ao projeto de lei que autoriza o pagamento de verbas indenizatórias aos servidores da Câmara e do Senado. Ela pressionou o presidente Lula a vetar a mudança e defendeu que os críticos da proposta aproveitem a decisão do ministro Flávio Dino para pressionar o Congresso a rever seu posicionamento. Além disso, ela citou estimativas de seu gabinete sobre o impacto do “penduricalho” recém-aprovado no orçamento público.
