A Prefeitura de Paraguaçu Paulista deu um passo decisivo para ampliar a infraestrutura viária e melhorar o trânsito local com a desapropriação de uma área estratégica situada no Residencial Ville de France. O objetivo principal dessa intervenção pública é viabilizar as obras de prolongamento da Rua João Renato Bastos da Silva, promovendo uma conexão urbana mais fluida, segura e eficiente para os moradores de toda a região.
A iniciativa prevê a incorporação de um lote de terreno que soma exatamente 397,57 metros quadrados de área, localizado na movimentada Avenida Professora Zenaide Cambraia de Oliveira. O imóvel afetado, registrado sob a matrícula de número 31.053 no Cartório de Registro de Imóveis da cidade, pertencia originalmente à empresa Ville de France Empreendimentos Imobiliários de Assis Ltda.
Investimento e urgência nas obras de expansão viária
Laudos de avaliação elaborados por especialistas em engenharia civil e arquitetura da administração municipal fixaram o valor de mercado do lote em R$ 159.028,00. Os estudos técnicos detalham que a área avaliada não conta com benfeitorias construídas e apresenta uma topografia favorável, caracterizada por um leve declive na direção da frente para os fundos. A urgência da desapropriação foi decretada pela prefeitura, permitindo o requerimento judicial de imissão imediata na posse para que as máquinas possam começar os trabalhos sem atrasos.
A extensão da Rua João Renato Bastos da Silva atende a uma demanda antiga e acompanha o rápido crescimento habitacional da zona leste de Paraguaçu Paulista. Com o prolongamento da via, o fluxo de veículos será melhor distribuído, reduzindo os gargalos nos horários de pico e facilitando o acesso ao centro urbano e a rodovias próximas.
Trâmites jurídicos e responsabilidade financeira
O setor jurídico do município já foi autorizado a adotar todas as providências administrativas e judiciais necessárias para formalizar a transferência de posse do imóvel. O processo priorizará acordos amigáveis e mediações para agilizar o pagamento da indenização devida e garantir que os cronogramas das obras públicas de urbanização sejam plenamente respeitados.
Os custos financeiros decorrentes do processo de desapropriação correrão por conta de dotação própria da loteadora parceira, conforme acordos de contrapartida urbana firmados para o desenvolvimento daquela área residencial. A expectativa do setor de urbanismo é de que os serviços preliminares de terraplanagem e marcação da nova pista de rolamento sejam iniciados imediatamente após a homologação judicial da posse do terreno.

