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Furtos em Igreja na Vila Athayde Geram Revolta e Cobrança

Templo da AD Brás Athaíde é alvo de criminosos por duas noites seguidas e líderes exigem policiamento imediato em Paraguaçu Paulista.

A Igreja AD Brás Athaíde, localizada no tradicional bairro da Vila Athayde, em Paraguaçu Paulista, tornou-se o mais recente alvo de uma alarmante onda de criminalidade que assusta a população. Em um intervalo de apenas 48 horas, o templo sofreu dois furtos consecutivos de toda a sua fiação elétrica. A ação criminosa, além de paralisar as atividades religiosas, gerou forte indignação entre os fiéis e moradores locais, que agora exigem respostas imediatas e efetivas das autoridades de segurança pública do município.

Como Ocorreram os Furtos Consecutivos na Vila Athayde?

Durante a primeira investida, criminosos invadiram as instalações da instituição religiosa durante a madrugada, subtraindo os cabos essenciais para o fornecimento de energia. Em uma demonstração de união, a comunidade religiosa se mobilizou rapidamente no dia seguinte. Os membros arrecadaram fundos e trabalharam de forma ágil para repor o material furtado, buscando restabelecer a normalidade do espaço.

No entanto, o esforço coletivo foi frustrado pela extrema audácia dos infratores. Apenas um dia após a reinstalação dos cabos, os criminosos retornaram ao local, burlando a segurança, e furtaram novamente toda a nova fiação. O templo foi deixado às escuras mais uma vez, consolidando um sentimento de impotência e revolta perante a facilidade com que o crime foi repetido.

A Falta de Suporte da Concessionária e a Ausência de Policiamento

O episódio expõe falhas sensíveis na rede de proteção urbana da cidade. Os responsáveis pela igreja apontam que a reincidência foi amplamente facilitada pela ausência de patrulhamento policial ostensivo nas ruas da Vila Athayde. Sem rondas preventivas na região, a área ao redor da congregação ficou completamente desguarnecida.

Além disso, há críticas diretas à falta de assistência ágil por parte da concessionária de energia, a Energisa. A demora em oferecer suporte técnico ou orientações após o primeiro dano estrutural na rede elétrica do prédio contribuiu para manter o templo altamente vulnerável a um segundo ataque, evidenciando a necessidade de protocolos mais rápidos para casos de vandalismo e furto de infraestrutura.

Dirigentes Cobram Respostas e Alertam para o Risco no Comércio Local

Diante desse cenário de profunda insegurança, a liderança da AD Brás Athaíde já acionou os órgãos de segurança competentes para registrar formalmente a ocorrência e exigir providências urgentes. A cobrança é clara e direta: a comunidade demanda o aumento imediato do efetivo nas ruas e a implementação de rondas policiais regulares nos períodos diurno e noturno.

Os líderes religiosos fazem um alerta grave às autoridades. A impunidade e a ineficiência do policiamento atual não ameaçam apenas as instituições religiosas, mas colocam em risco todo o ecossistema do bairro. Moradores e comerciantes locais estão expostos à mesma vulnerabilidade, temendo que seus imóveis e estabelecimentos sejam as próximas vítimas dessa onda de crimes. A expectativa agora é que as forças de segurança de Paraguaçu Paulista apresentem um plano de contenção para coibir a prática e devolver a tranquilidade às famílias.

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