Mudança histórica na Apple e cenário político brasileiro agitam esta terça-feira
Mudança histórica na liderança da Apple

A Apple confirmou uma transição de comando significativa: Tim Cook deixará o cargo de CEO em 1º de setembro. Após 15 anos à frente da empresa, Cook será sucedido por John Ternus, atual chefe de engenharia de hardware. Sob a gestão de Cook, a gigante de tecnologia saltou de US$ 350 bilhões para US$ 4 trilhões em valor de mercado, consolidando serviços e novos produtos como o Apple Watch e os AirPods.
John Ternus, que está na companhia desde 2001, é reconhecido por seu papel fundamental no desenvolvimento dos chips Apple Silicon. A transição ocorre em um momento em que a empresa busca manter sua dominância global enquanto navega em um mercado cada vez mais competitivo.
STF e o cenário político nacional

O ministro Gilmar Mendes solicitou a Alexandre de Moraes a inclusão do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, no inquérito das fake news. A motivação do pedido foi a publicação de um vídeo satírico nas redes sociais de Zema, envolvendo personagens que fazem referência a ministros do Supremo Tribunal Federal.
O inquérito, aberto em 2019, investiga ameaças e campanhas de desinformação contra as instituições democráticas. O pedido de Gilmar Mendes surge em um contexto de tensão política, marcado por críticas constantes de Zema ao Judiciário, e agora aguarda manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Desafios no varejo e educação superior

Os shoppings centers brasileiros enfrentam um recuo inédito no fluxo de visitantes e nas vendas reais desde a pandemia. O crescimento do e-commerce, o declínio do hábito de frequentar cinemas e a consolidação do trabalho híbrido são apontados como os principais fatores para essa mudança de cenário. Lojistas já discutem ajustes nos horários de funcionamento para otimizar custos.
Paralelamente, o sistema educacional dos Estados Unidos atravessa uma crise. Mais de 25% das faculdades particulares correm risco de fechar nos próximos anos, pressionadas pelo aumento nas mensalidades, pela queda na natalidade e pela busca dos jovens por alternativas mais baratas de capacitação profissional.
Mercado de trabalho e retenção

O setor de serviços no Brasil vive um paradoxo: embora o volume de contratações tenha crescido 80% nos últimos cinco anos, o tempo médio de permanência dos trabalhadores nas empresas caiu para apenas 6,8 meses. Essa alta rotatividade gera custos elevados de treinamento e afeta a produtividade das empresas, especialmente no setor de bares, restaurantes e hotelaria, que enfrenta um cenário de escassez de mão de obra e maior poder de escolha por parte dos profissionais.



