Notícias de hoje: terremoto no Japão, custo da cesta básica e mercado automotivo
Terremoto de magnitude 7,1 atinge o Japão

Um terremoto de magnitude 7,1 atingiu a ilha de Kyushu, no sul do Japão, provocando desabamentos e deixando ao menos 13 mortos e 50 feridos. O impacto foi sentido até na Coreia do Sul, e autoridades locais investigam a explosão de um shopping em Kashima. Após o evento principal, mais de 60 réplicas foram registradas, mantendo o país em alerta máximo para novos tremores nos próximos três dias.
Inflação e o peso da cesta básica no orçamento

O brasileiro enfrenta um desafio crescente com o custo de vida. Atualmente, a cesta básica consome cerca de 52% de um salário mínimo líquido, exigindo aproximadamente 106 horas de trabalho mensal. Em capitais como São Paulo, o valor da cesta alcançou R$ 965,47, reforçando o abismo entre o piso nacional e o rendimento necessário para sustentar uma família de quatro pessoas, estimado em mais de R$ 8 mil.
Brasil lidera importação de carros chineses

O Brasil consolidou-se como o maior importador de veículos chineses do planeta. O fenômeno ocorre após um salto de 146% nas importações, totalizando US$ 5,2 bilhões. O principal motor deste crescimento são os veículos eletrificados, cuja fatia de importação da China subiu de 33% para 87% em poucos anos, pressionando a balança comercial automotiva brasileira para o maior déficit desde 1997.
Mudanças na estrutura da FIFA

Em uma decisão inédita, a FIFA anunciou a criação da FIFA Forward Enterprise (FFE) para atrair investimentos de capital externo. A entidade planeja vender até 20% de participação para captar cerca de US$ 4,2 bilhões, focando na exploração comercial de direitos. A medida gera críticas da UEFA, que questiona a falta de transparência sobre o destino dos lucros e a nova influência de investidores no futebol mundial.
Milionários britânicos defendem aumento de impostos

Um grupo de 120 milionários no Reino Unido assinou uma carta aberta solicitando que o governo aplique mais impostos sobre suas fortunas. O movimento ocorre em um cenário de fuga de capitais, com o número de milionários no país atingindo o menor patamar desde a crise de 2008, levantando debates sobre a sustentabilidade do sistema de bem-estar social britânico.

