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Repasse de ICMS: Paraguaçu Paulista Recebe R$ 5,6 Milhões

Município garantiu injeção de R$ 1,7 milhão na última cota de março. Veja os números detalhados da arrecadação e onde o recurso é investido.

Governo de SP Conclui Repasses de ICMS em Março: Paraguaçu Paulista e Região Garantem Cota Milionária

O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Fazenda e Planejamento (Sefaz-SP), realiza nesta terça-feira, 31 de março de 2026, o quinto e último depósito referente à cota-parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do mês. Paraguaçu Paulista figura no seleto grupo de municípios da região que asseguraram repasses milionários nesta etapa final de transferências estaduais.

Este montante financeiro, depositado diretamente nas contas das prefeituras paulistas, é correspondente ao volume de arrecadação tributária registrada entre os dias 23 e 27 de março. A injeção pontual e rigorosa desses recursos representa um alívio fundamental para os cofres públicos locais, viabilizando a continuidade de serviços essenciais prestados diariamente à população.

Qual o valor total arrecadado por Paraguaçu Paulista em março de 2026?

Para além do ICMS, que atua como a espinha dorsal da receita estadual distribuída aos municípios, o demonstrativo financeiro de março também contabilizou transferências de outras rubricas importantes. Quando somamos todos os depósitos realizados pelo Estado, o montante global bruto injetado na cidade atinge R$ 5.685.056,05.

Para garantir a transparência e o acesso claro à informação, detalhamos como essa soma final foi composta, baseada no Índice de Participação do Município (IPM) fixado em 0,09823460:

  • Cota-parte do ICMS: R$ 5.642.487,52.

  • Fundo de Exportação (Fund.Exp-IPI): R$ 26.068,53.

  • Compensação Financeira (Royalties): R$ 16.500,00.

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Quanto as cidades da nossa região receberam de ICMS?

O rateio do imposto obedece a critérios estaduais técnicos e rigorosos, como o índice de participação de cada município e a movimentação econômica local (Valor Adicionado). No cenário regional, Paraguaçu Paulista se destaca ao lado de polos vizinhos que também registraram volumes financeiros expressivos.

Para fins de transparência e acompanhamento econômico do nosso entorno geográfico, detalhamos os números das principais cidades da região neste último repasse do mês de março:

  • Assis: Lidera o volume regional com uma injeção de R$ 2.115.622,78 nesta terça-feira, atingindo o robusto acumulado mensal de R$ 6.913.515,81.

  • Tupã: Garantiu R$ 1.812.612,74 no repasse atual, consolidando R$ 5.923.327,62 no mês.

  • Cândido Mota: Recebeu a quantia de R$ 1.790.426,12, somando um total de R$ 5.850.825,28 no período.

  • Tarumã: Depositados R$ 1.153.136,14, elevando o montante de março para R$ 3.768.263,90.

  • Palmital: Contabilizou R$ 1.131.424,13, com o repasse acumulado chegando a R$ 3.697.312,54.

  • Maracaí: Fechou a cota milionária com R$ 1.003.502,15 recebidos agora, totalizando R$ 3.279.284,01 mensais.

Qual o cenário em municípios com repasses menores?

Mesmo nas cidades com menor densidade demográfica ou atividade industrial mais contida, a cota do ICMS é o verdadeiro oxigênio do planejamento financeiro. Veja os números detalhados:

  • Quatá: R$ 877.135,07 (Acumulado: R$ 2.866.336,66).

  • Echaporã: R$ 475.262,78 (Acumulado: R$ 1.553.082,50).

  • Florínea: R$ 361.991,97 (Acumulado: R$ 1.182.931,67).

  • Pedrinhas Paulista: R$ 330.552,06 (Acumulado: R$ 1.080.191,09).

  • Cruzália: R$ 290.436,20 (Acumulado: R$ 949.098,90).

Onde esse dinheiro é investido pelas prefeituras?

O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços é, historicamente, a espinha dorsal das receitas municipais no Estado. Com o encerramento da contabilidade de março, o montante total arrecadado confere segurança jurídica e contábil para que as prefeituras da nossa região possam honrar folhas de pagamento, custear o funcionamento ininterrupto de postos de saúde, manter a infraestrutura escolar e dar andamento a obras urbanas.

A vitalidade financeira de Paraguaçu Paulista e das cidades vizinhas depende, intrinsecamente, do vigor do comércio, do agronegócio e da indústria, setores que geram e movimentam a base de cálculo destes tributos.

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