Veja quais os vereadores votaram a favor do novo monumento maçônico na entrada da Avenida Paraguaçu
Projeto que autoriza construção de monumento maçônico gera debates sobre uso do espaço público na cidade.
Em uma votação realizada na calada da noite desta segunda-feira (05), durante a 36ª Reunião Ordinária da Câmara Municipal, os vereadores de Paraguaçu Paulista aprovaram o Projeto de Lei nº 052/2026, de autoria do Prefeito Municipal Antonio Takashi Sasada. O projeto autoriza a construção de um obelisco comemorativo na recém-denominada Praça do Maçom.
O assunto gerou polêmica nos bastidores políticos. Segundo informações, o projeto havia sido retirado de pauta na última sexta-feira, mas foi incluído novamente de última hora para a votação. A iniciativa levanta debates no município, gerando questionamentos de munícipes que apontam que, enquanto cristãos reivindicam há tempos um espaço para erguer monumentos a Jesus Cristo e Nossa Senhora, a maçonaria obteve rapidamente um espaço para mais um monumento na cidade, localizado nas proximidades do Tênis Clube.
Como votaram os vereadores
A votação do projeto de autoria do Executivo não foi unânime. Quatro parlamentares registraram voto contrário à construção do monumento: Otacílio Amorim, Amauri Mecânico, Juninho do Peg Pag Lima e Graciane de Madureira. O presidente da Casa, vereador Fábio Santos, absteve-se da votação devido à sua posição na presidência.
Os demais vereadores presentes na sessão votaram a favor da aprovação do projeto. Foram eles: Daniel Faustino, Douglas Khenayfis Advogado, Jamilson do Hospital, Junior Baptista, Leandro Monteiro, Paulo Japonês, Ricardo Rio e Vanes Generoso.
Detalhes da Obra
O monumento, que celebra o centenário da Loja Maçônica Fraternidade de Paraguaçu nº 1.303 (1926-2026), será erguido na Praça do Maçom, localizada no Jardim Alvorada. De acordo com o texto do Projeto de Lei, todos os custos com materiais, mão de obra e projetos serão de responsabilidade única e exclusiva da Loja Maçônica, não gerando ônus financeiro para a prefeitura.
Após a conclusão da obra e a emissão do “Habite-se”, o obelisco será doado e incorporado oficialmente ao patrimônio público do município.




