
Um crime bárbaro expõe a falência do sistema penal e prova, pela enésima vez, que a infame ‘saidinha dos presos’ não funciona como ferramenta de socialização. Na prática é uma chance para que os já condenados tenham chance de reincidir nos seus crimes. Todos os dias nos deparamos com crimes cruéis e a urgência da mudança da justiça brasileira.
Como foi o caso de um criminoso reincidente de 29 anos em Brasília, que violentou e estrangulou sua própria enteada, uma menina de apenas 14 anos, segundo o delegado do caso. Seria mais um caso revoltante de estupro de vulnerável seguido de feminicídio – não dá para cometer um crime mais hediondo que esse. Porém esse mesmo homem que estava cumprindo prisão domiciliar, por um crime anterior – o estupro de uma criança de 11 anos – na primeira oportunidade ele assaltou um motorista, levou seu carro e o destruiu após uma perseguição cinematográfica policial, exibida ao vivo em rede nacional. Por fim o criminoso foi preso em flagrante, mas inacreditavelmente saiu pela porta da frente da delegacia.
Apesar desse histórico de psicopata foi lhe concedida mais uma ‘saidinha temporária’, dessa vez seu pai e irmão o flagraram abusando da própria mãe algo abominável até pelos outros presidiários. Novamente foi preso em flagrante. Em sua extensa ficha criminal ainda tem passagens por roubo, furto, desacato e ainda é investigado por outro abuso. Urge o endurecimento do código penal, afinal precisamos de leis rígidas onde o condenado seja obrigado a cumprir integralmente sua pena não tem como elementos com comprovada reincidência em crimes violentos, terem o benefício da progressão da pena.
Esse crime chama a atenção para um assunto de vital importância que tipo de pessoa colocamos dentro de nossa casa para conviver com nossos filhos. É de extrema importância, que ao se apaixonar por alguém, procure conhecer bem a pessoa antes de colocá-la dentro de sua casa, observe comportamentos agressivos ou controladores, o uso abusivo de álcool ou drogas, busque informações sobre relacionamentos anteriores, analise como essa pessoa lida com frustrações e conflitos, consulte registros oficiais que indiquem histórico de violência. O ditado popular “QUEM VE CARA NÃO VE CORAÇÃO” é super verdadeiro, por isso todo cuidado com você e sua família.
Sandra Campos perdeu, há dois anos, seu filho de 24 anos para o suicídio e se tornou uma ativista pela vida com o projeto “Não te julgo, te ajudo!” Ela se coloca à disposição para ouvir, gratuitamente, pessoas em sofrimento. Celular: (11) 94813-7799



