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Associação repudia fechamento do Itaú em Paraguaçu Paulista

Fim do atendimento físico: Associação Comercial repudia fechamento da agência do Banco Itaú em Paraguaçu Paulista

Fim do atendimento físico: Associação Comercial repudia fechamento da agência do Banco Itaú em Paraguaçu Paulista

A economia de Paraguaçu Paulista sofre um duro golpe com o anúncio do encerramento das atividades presenciais da agência do Banco Itaú, tradicionalmente instalada em um prédio histórico no coração financeiro da nossa cidade. Com o fechamento definitivo marcado para maio de 2026, a Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Paraguaçu Paulista emitiu uma incisiva nota de repúdio, unindo forças com o Sindicato dos Bancários para tentar reverter essa decisão que afeta diretamente o desenvolvimento e a rotina do município.

A justificativa da instituição financeira para encerrar a operação física baseia-se em estratégias corporativas de transição para o ambiente digital e na redução de custos operacionais. No entanto, essa medida unilateral ignora a realidade socioeconômica do nosso município e, sobretudo, a responsabilidade social do banco com a comunidade paraguaçuense, que durante décadas contribuiu ativamente para os seus lucros bilionários.

Quais os impactos do fechamento do Itaú para Paraguaçu Paulista?

O fim do atendimento bancário presencial no centro da cidade representa um retrocesso imensurável. A desmobilização da agência histórica não significa apenas a dolorosa extinção de postos de trabalho diretos de pais e mães de família, mas também uma severa precarização nas relações de consumo e de prestação de serviço.

O apagão financeiro para aposentados e o comércio local

O suporte humano no interior das agências é absolutamente insubstituível para uma grande parcela da nossa população. Aposentados, pensionistas e pequenos empreendedores paraguaçuenses, que muitas vezes não possuem familiaridade, equipamentos ou acesso facilitado aos meios digitais, ficarão completamente desamparados na hora de gerir seus recursos ou receber benefícios essenciais.

Além disso, a ausência de uma agência física de grande porte reduz drasticamente a circulação de pessoas e de capital no comércio do entorno, prejudicando as vendas diárias e enfraquecendo a economia local.

Como a cidade está se mobilizando para barrar o fechamento?

A resistência paraguaçuense já começou e ganha corpo. O presidente da ACE, Wadson Caetano, foi categórico ao afirmar que a entidade não aceitará a saída do banco de forma passiva. Uma intensa mobilização teve início na última sexta-feira (13) nas imediações da agência, marcando o pontapé inicial para a coleta de assinaturas de um grande abaixo-assinado popular.

O objetivo estratégico agora é formar uma frente ampla institucional em defesa de Paraguaçu Paulista. As lideranças sindicais e comerciais estão convocando a participação ativa e imediata da Prefeitura Municipal, da Câmara de Vereadores, da sociedade civil e de todos os empresários locais para pressionar a alta cúpula da instituição. O engajamento popular é a principal ferramenta neste momento para demonstrar a viabilidade econômica da unidade, garantir a manutenção dos empregos e assegurar o atendimento bancário digno e inclusivo que os nossos cidadãos merecem.

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