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Concurso Literário Palavras que Encantam ultrapassa 50 inscritos e amplia convite aos professores da rede pública

Adesão ao projeto revela a força das histórias vividas nas escolas e reforça a oportunidade para que novas vozes integrem a publicação coletiva

Concurso Literário Palavras que Encantam

O Concurso Literário Palavras que Encantam já ultrapassou a marca de 50 professores inscritos. O número alcançado nesta etapa confirma a receptividade à proposta do projeto, que parte de uma pergunta simples e, ao mesmo tempo, bastante ampla: quantas histórias vividas dentro de uma escola permanecem conhecidas apenas por quem estava lá?

Realizado pelo No Divã, o concurso convida professores em efetivo exercício nas redes públicas municipal, estadual ou federal, em qualquer localidade do Brasil, a escrever uma crônica sobre o tema “As histórias que a escola nunca soube”. A iniciativa integra projeto cultural aprovado no âmbito da Lei Federal nº 8.313/1991, a Lei Rouanet.

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A marca de 50 inscrições dá uma dimensão concreta ao interesse dos professores pela proposta. Cada inscrição representa uma experiência que saiu do espaço da memória individual e encontrou na literatura uma possibilidade de permanência. Afinal, a rotina escolar guarda acontecimentos que raramente aparecem em relatórios, atas ou registros institucionais: uma conversa que mudou uma trajetória, uma despedida que permaneceu na lembrança, um gesto de acolhimento, um erro que ensinou alguma coisa ou uma descoberta que alterou a maneira de compreender a própria profissão.

É justamente esse território que o concurso procura alcançar. O regulamento define a crônica como um gênero capaz de transformar situações aparentemente simples do cotidiano em narrativas que despertam emoções, provocam reflexões e revelam novos significados sobre a vida, as pessoas e a sociedade.

O que faz uma crônica ser selecionada?

As 10 crônicas que integrarão a publicação coletiva “Palavras que Encantam” serão avaliadas segundo cinco critérios: adequação ao gênero e ao tema, originalidade, qualidade literária, coesão e coerência textual, além da capacidade de sensibilização e impacto emocional.

Isso significa que uma história não precisa ser extraordinária para encontrar força na literatura. Muitas vezes, aquilo que parece pequeno quando acontece ganha outra dimensão quando alguém encontra a perspectiva, a linguagem e o ritmo capazes de revelar o que aquela experiência guardava.

A avaliação considera justamente essa capacidade de construção. Uma narrativa pode partir de uma situação cotidiana, mas precisa apresentar identidade própria, consistência literária e uma relação significativa com o tema proposto.

Mais de 50 já escreveram. E a próxima história pode ser a sua.

O número de inscritos no Concurso Literário Palavras que Encantam mostra que muitos professores já aceitaram o convite para revisitar suas experiências e transformá-las em literatura. Ainda assim, há muitas histórias esperando por quem decida colocá-las no papel.

Para quem ensina, escrever uma crônica pode significar olhar novamente para um episódio que o tempo tornou familiar e perceber que, por trás dele, existe algo que merece ser compartilhado.

Se você é professor da rede pública e ainda não participou, este é o momento de escrever a sua história.

O tema é “As histórias que a escola nunca soube”. A participação é gratuita, e cada professor pode inscrever uma única crônica inédita.

Mais de 50 professores já fazem parte dessa história.

Agora, queremos conhecer a sua. Clique aqui para conhecer o regulamento e se inscrever.

Concurso Literário Palavras que Encantam

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Davi "Nana Kofi Adom" Valukas

Davi Valukas é músico, poeta, ensaísta, redator, professor, designer instrucional, especialista em gamificação e embaixador cultural. Representa o Reino Bunyoro Kitara no Brasil, monarquia subnacional localizada em Uganda, na região dos Grandes Lagos, na África Oriental, além de ser membro de diversas organizações socioculturais de diversos países. Atua na interseção entre Cultura, Tradição & Inovação, Tecnologia e Educação. É graduado em Gestão de Recursos Humanos, com pós-graduações lato sensu em Docência dos Ensinos Médio, Técnico e Superior, em Educação Musical e Ensino de Artes e em Semiótica e Análise do Discurso, além de ser pós-graduando em História Cultural. Recebeu alguns prêmios por sua atuação cultural, entre eles a Comenda da Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes, da Sociedade Brasileira de Artes, Cultura e Ensino, e a Comenda das Letras da Ordem do Mérito Histórico-literário Castro Alves, da Confederação de Ciências, Letras e Artes do Brasil. Nascido em Araraquara-SP, vive desde 2012 em Uberlândia-MG com sua esposa, filha e genro.

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