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OpiniãoSaúde

Como superar o luto?

Em tempos onde a morte está mais em evidência que a vida, surge o medo, a ansiedade e as incertezas sobre como será o futuro.

“Por experiência própria, através de relatos de amigos e profissionais da área, fiz um breve resumo que talvez possa ajudar alguém que esteja passando por essa situação.”

Desde que o mundo é mundo, estarmos aqui somente de passagem é a única certeza que temos. Todos nós já passamos ou passaremos pela perda. Mesmo assim, ninguém ou quase ninguém está preparado para isso.

Como podemos superar e seguir em frente? Precisamos saber que não temos controle sobre tudo que acontece em nossas vidas e que devemos apenas viver da melhor forma possível. Muitas pessoas quando perdem um ente querido, são tomadas por um sentimento de culpa ou frustração, como se devessem ter feito algo mais ou diferente e isso não ajuda a seguirmos em frente.

Alguns psicólogos explicam que o luto é um processo de angústia resultado de uma perda significativa em nossa vida e tende a fazer parte de todo fim que vivenciamos. Na prática é uma fase de transição entre a ausência da pessoa amada e encontrar um novo sentido para a vida.

Cada um tem seu tempo. Superar perdas é uma transformação interna e viver o luto é essencial. É preciso de tempo e espaço para sentir a dor da perda. Procurar externar nossos sentimentos é importante para que não criem raízes e nos prejudique futuramente por tentarmos escondê-los. Ter alguém de confiança para conversar ou procurar uma ajuda profissional pode ajudar a entender melhor seus sentimentos e ajudar a passar por esse processo, pois ninguém é obrigado a ser forte o tempo todo. Mudar a rotina, criar novos hábitos, focar no trabalho, não se isolar pode amenizar a dor, mas isso é uma questão que leva certo tempo e isso varia de pessoa pra pessoa. Algumas, conseguem superar rapidamente um luto e seguir em frente.

Temos que saber que nada será como antes e que devemos nos adaptar a uma nova realidade. Aos poucos, vamos recuperando nossas energias, conseguimos nos reorganizar e nos fortalecer. Quanto mais cedo procurarmos superar, mais cedo poderemos nos curar, mantendo a saudade e as lembranças “vivas”, mas sem que nos causem dor.

“Síndrome da Gaiola”

 

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