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OpiniãoSaúde

Qual a relação entre o vinho e a longevidade?

Além de seu sabor e aroma deliciosos, ele ainda ajuda a combater o envelhecimento.

Há inúmeros estudos e pesquisas sobre os benefícios do vinho para o nosso organismo que ajudam a retardar o envelhecimento e prevenir doenças. Um deles foi através de especialistas da Universidade do Texas e da Califórnia, que analisaram 1.824 adultos de idade entre 55 e 65 anos, durante o período de duas décadas e descobriu que aqueles que consumiram álcool com moderação apresentaram menos propensões a morrer, do que aqueles que não ingeriram vinho ou que beberam abusivamente.

O que foi comprovado é que o resveratrol, molécula encontrada principalmente na casca da uva, tem propriedades para diminuir a pressão arterial, aumentar os níveis de colesterol bom, rejuvenescer as artérias e manter as quantidades adequadas de açúcar no sangue e com isso previne os riscos de doenças cardiovasculares. Os polifenóis presentes no vinho ajudam a evitar a coagulação do sangue, atuando como um diluente natural, reduzindo os riscos de um AVC (Acidente Vascular Cerebral).

Também melhora a digestão, reduz a inflamação do organismo, diminui o stress, combate a obesidade, o envelhecimento e ainda previne diversos tipos de câncer, através dos antioxidantes presentes na uva. Por isso, consumir produtos derivados dessa fruta, até mesmo o suco de uva, é uma ótima pedida contra esse mal.

“É claro que a genética e hábitos saudáveis são fatores que nos ajudam a ter uma vida mais longa”, explica o geriatra Francisco Moretti.

Vinho tinto, seco e com tampas a vácuo, são os mais recomendados porque uma vez que a garrafa é aberta, os antioxidantes se dissipam conforme o vinho “respira”.

As quantidades clinicamente saudáveis indicadas é de uma taça para as mulheres e duas taças para os homens. No entanto, é recomendado buscar uma orientação médica para verificar quais são as quantidades diárias recomendadas para você, já que cada organismo é de uma maneira. A palavra chave é moderação.

Será que todo mundo precisa de terapia?

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